Arquivo | janeiro, 2013

STORYTELLING

29 jan

O STORYTELLING, entretanto, deve ser definido como o ato consciente de passar emoções, temas ou posições morais da mente do mensageiro à mente do interlocutor e levar o interlocutor a agir. Isto é: estruturar uma narrativa com um propósito e, dentro dela, ser capaz de embutir ordens e informações que levem o interlocutor a se engajar, compelindo-o a tomar uma posição, realizar uma tarefa, aceitar ou rejeitar uma proposta e emocionar-se com um texto escrito ou falado.

Se isto for feito com maestria você será mais capaz de levar adiante a sua agenda pessoal, a de sua empresa, a de seu grupo de teatro, a de seu cliente. Será capaz, sobretudo, de levar adiante ações transformadoras, enquanto o seu interlocutor apenas relaxa e aprecia as histórias que você tem para lhe contar.

Publicar seus livros de forma independente ou não?

21 jan

 

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Um fenômeno interessante perdurou por um ou dois dias em dezembro, quando a Amazon estreou no Brasil.

No primeiro lugar da lista de mais vendidos da loja virtual não estavam “50 Tons” nem “O Hobbit” nem nenhum título vendido a menos de R$ 5. Naquele glorioso período, o topo pertenceu a “Organizando a Vida com o Evernote”, de Vladimir Campos, vendido a cerca de R$ 15.

Pelo tema, um tanto restrito (Evernote é, grosso modo, um programa para guardar anotações on-line), o ocorrido já seria digno de nota, mesmo considerando que as vendas da Amazon não começaram expressivas no geral. Mas isso é só parte da história.

Campos lançou o e-book de forma independente. Formatou-o sozinho, pôs nas lojas virtuais e divulgou na rede. Em um mês e meio, vendeu mais de 1.400 cópias.

Esse é um retrato recente de um movimento tradicional que, no mundo todo, vem sendo impulsionado pelas facilidades da internet: o da autopublicação de autores.

Mas é também, no que diz respeito ao Brasil, uma exceção. Enquanto nos EUA as listas de best-sellers andam dominadas pelos “self-published” -nomes como E.L. James e Amanda Hocking surgiram assim-, por aqui eles quase nunca passam das dezenas de cópias vendidas.

Sites como o Clube de Autores e o mais recente PerSe -que tem cadastrados pouco mais de mil títulos- permitem ao autor escolher o quanto quer ganhar por unidade vendida. Se quiser ganhar R$ 5 a cada venda, por exemplo, o livro custará em torno de R$ 23 na PerSe.

Leia a matéria completa aqui> Folha

Leia mais sobre autopublicação da Amazon> Amazon

CARA DE LIVRO

21 jan

Empresa faz proteções para iPad e Kindle inspiradas em capas de obras clássicas.

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Inspirando-se nas tradicionais capas da Penguim Classics dos anos 40, 50 e 60, a Out Of Print Clothingscomeçou a fabricar capas para iPads e leitores de e-books que imitam clássicos da literatura internacional. Investindo entre US$40 e US$45 (de R$ 80 a R$ 90) você pode ter no seu tablet ou reader as capas de Laranja MecânicaMoby DickLolitaOrgulho e Preconceito, On The RoadA Revolta de Atlas1984O Grande Gatsby e muito mais.

As capas são feitas para os seguintes modelos de leitores digitais: Nexus 7, as duas gerações do Kindle Fire 7″, todas as versões do iPad e, com opções mais limitadas, para Kobo Glo.

Feitas de material reciclado e costuradas usando métodos tradicionais de encadernação, as capas colocam o livro de volta em e-book e podem ser compradas de qualquer lugar pelo site oficial da Out of Print.

Veja alguns modelos na galeria.

Vai lá: www.outofprintclothing.com

O Sucesso de Escrever

17 jan

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Link> http://pt.scribd.com/doc/55540289/O-Sucesso-de-Escrever

Escrevendo Ficção com Gotham Writer’s Workshop

15 jan

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Escrevendo Ficção

 “Não se iluda, nenhum curso o tornará um escritor. A escrita é basicamente um percurso solitário, realizado no silêncio de seu quarto, diante de uma folha em branca, lutando contra a preguiça, contra outras coisas para fazer, tendo de escolher a melhor palavra, a melhor descrição, ou o melhor diálogo. A escrita o tornará um escritor, somente isto. No entanto, há várias décadas, os norte-americanos já descobriram que a escrita é como qualquer outro ofício artístico, a prática conduz à perfeição. Assim como um músico precisa estudar escalas, notas musicais, harmonia, ritmo, ou como um pintor precisa conhecer perspectiva, cores, combinar luz e sombras, um escritor também precisa conhecer as técnicas para se escrever melhor. Depois de munir-se deste conhecimento básico, resta-nos julgar como utilizá-los da maneira mais e paciente possível para contar nossas histórias, torná-las mais atraentes e cativas nossos leitores. Este curso do Gotham Writer’s Workshop foi realizado no site da Barnes & Nobles em 2006.

 Sem dúvida, se você está dedicando seu tempo a estudá-lo e perfazer seus exercícios, já está de-monstrando comprometimento e um desejo genuíno de aperfeiçoar-se. O principal ato de humildade de qualquer autor é reconhecer que sempre tem algo a aprender, seja através da aquisição de novas técnicas narrativas, seja através da leitura de grandes obras da Litera-tura. Jamais podemos nos estagnar na ilusão que já adquirimos um estilo, que temos pleno domínio do que queremos dizer ou como os nossos leitores vão nos compreender. Somos todos aprendizes desta Arte, todos caminhando pela longa estrada do auto-aperfeiçoamento.”

– Henry Alfred Bugalho

http://blogdoescritor.oficinaeditora.com

Wonder (O extraordinário, título provisório)

10 jan

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Wonder (O extraordinário, título provisório), conta a história de August Pullman, um menino de 10 anos que nasceu com uma deformidade facial e sofre bullying quando começa a frequentar a escola pela primeira vez. Prestes a começar o quinto ano, Auggie tem uma difícil missão pela frente: convencer seus novos colegas que, apesar da aparência incomum, ele é apenas um menino igual a eles.

Tudo o que você está pensando sobre meu rosto, é provavelmente pior “

Diz ele logo no começo do livro.

 O livro fala sobre bullying com um toque de humor e sinceridade, e eu pensava que seria triste ler um livro assim com esse tipo de história. Mas aos poucos, Auggie me cativou.

Wonder  (O extraordinário, título provisório), da autora R.J. Palacio, foi eleito um dos melhores livros YA de 2012 pelo The New York Times e pela Amazon. O livro de estreia, que será publicado em fevereiro pela Intrínseca.

Terminei de ler o livro em inglês ontem, e já está na minha lista dos favoritos.

“Como as grandes corporações decidem o que você lê”

9 jan

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O livro discute os bastidores da biblio indústria  Publicado em 21 países e agora no Brasil, O Negócio dos Livros analisa o mercado da produção editorial no mundo e trata de questões como: quem decide o que está nas prateleiras das livrarias? Como são negociados grandes acordos internacionais de compra e venda de livros e editoras?

O que um sujeito pode acreditar ser uma editora é na verdade parte de um mosaico de marcas de fantasia, selos editoriais, que convergem à um conjunto pequeno de conglomerados. Como esses mesmos conglomerados controlam os demais segmentos midiáticos (jornais, revistas, radios, emissoras de televisão, cinemas, internet, publicidade), o controle das idéias é quase automático.

“O negócio dos livros” é muito bem escrito, informativo, objetivo e elegante, funciona como uma espécie de thriller literário.

Segue o link para ler no googlebooks >http://migre.me/cJldL