Ler romances torna você uma pessoa melhor

4 out

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Foi o que concluiu um grupo de pesquisadores da Universidade de Toronto. Eles dividiram 100pessoas em dois grupos: um deles teve de ler histórias de ficção, de autores como Wallace Stegner e Jean Stafford, enquanto outros leram ensaios sobre ciência, beleza, literatura ou comportamento (de autores como Freud ou Burroughs).

Depois, todos passaram por testes psicológicos para medir quanto gostavam (e precisavam) decertezas e estabilidade. Tiveram de dizer, por exemplo, se concordam pouco, muito ou nada com afirmações do tipo “eu não gosto de situações incertas” e “eu desgosto de questões que têm várias respostas diferentes”. E, olha só, quem havia lido os romances parecia mais aberto à ambiguidade e incertezas.

É que ler romances faz você entrar num outro mundo – e abre sua cabeça. Aí você conhece equestiona outras realidades, mas sem a necessidade de tomar decisões, de ter certezas sobre questões polêmicas. “O leitor pode até pensar como pessoas que ele nem gosta. Você pode simpatizar com Humbert Humbert, de Lolita, não importa quão ofensivo alguém pode achá-lo”, explica  Maja Djikic, autor da pesquisa. “O leitor pensa através de outros eventos, sem se preocupar com urgência e permanência, e, então, pensa de jeitos diferentes do que até ele mesmo está acostumado a pensar – e isso produz um efeito que abre sua mente”, conclui.

Viu só que beleza?

Vi na Super

 

30 set

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Como não ser um escritor: 7 sinais que você está fazendo errado

16 set

Como podemos alcançar nossa meta de lançar um livro fazendo tudo errado? Muitas vezes ficamos perdidos sem saber se estamos no caminho certo da escrita. Por causa dessas perguntas, achei uma lista muito útil de como Não ser um escritor. 

Espero que gostem.

1. Você está tentando ser o próximo Janet Evanovich / JK Rowling / G.R.R. Martin.

Já ouvi muita gente dizer: Meu livro deixa no chinelo o autor X ou Y. Se você investe todas as suas energias e esperanças em ultrapassar alguns dos maiores nomes da indústria, você está focando na coisa errada.  Supere-se. Faça o melhor pensando que há espaço para todo mundo.

2. Seu tempo é melhor gasto em outras atividades além da leitura.

Primeiro, se você não ama ler, provavelmente se candidatou para o emprego errado.

3. Seu ego não aceita críticas.

Sim, críticas machucam.  Mas os escritores delicados não sobrevivem. Receba as críticas de forma positiva e melhore sua obra.

4. Você passa mais tempo verificando seu e-mail, Facebook, sms do que trabalhar no seu manuscrito.

A procrastinação é um parasita. A maioria de nós lutamos com isso de vez em quando. Mas se queres ser escritor, deves aprender a ter disciplina para se concentrar no que realmente importa: a sua escrita.

5. Você tem ideias para escrever um novo livro todos os dias.

Cedo ou tarde, cada história fica difícil, e quando isso acontece, nos tornamos vulneráveis ​​à sedução de brilhantes novas idéias. Mas os escritores terminam histórias. Cultive a disciplina e termine um livro por vez.

6. Você só está escrevendo um livro, a fim de vender um zilhão de cópias, parar de trabalhar, se aposentar e morar num vilarejo no coração dos Alpes Suíços.

A escrita não é sobre dinheiro. Aprecie o processo; seja um escritor primeiro.

7. Você só escreve quando está inspirado.

Você não pode depender somente disso. A inspiração vem ao longo do desenvolvimento. Trace uma meta de escrever todos os dias, no mínimo de 30 minutos à 1 hora.
Os escritores escrevem. Ponto final.

Até mais.

4 Dicas de autores famosos

14 set

StepehKing

 

“Se você quer ser um escritor,  você deve fazer duas coisas acima de tudo: ler muito e escrever muito.”
– Stephen King

 

JamesPatterson“Eu sempre finjo que estou sentado na frente de outra pessoa. Que estou contando uma estória, e eu não quero que se levante até eu terminar.”
– James Patterson

John Steinbeck“Se você está fazendo um diálogo – fale alto ao escrever. Somente assim terá o som de um diálogo.”

– John Steinbeck

Ray Branbury“Quantidade produz qualidade. Se você escrever poucas coisas, você estará perdido”.
– Ray Bradbury

 

 

 

Academia do Especialista – Entrevista James McSill

5 set

Neste vídeo, Paulo Pereira entrevista James McSill. James é fundador e diretor executivo da McSill Ltd, Assessoramento Literário, Londres; Yorkshire Studio, Mentoring, Coaching e Treinamentos à distância para autores e da McSill Agency. É um dos consultores literários mais bem-sucedidos do mundo; seu trabalho abrange Europa, América Latina e América do Norte. É reconhecido por suas atividades pioneiras na indústria do livro. Linguista por formação, impulsionou metodologias como Task-based Learning, mudando o cenário do ensino de idiomas estrangeiros no mundo.

Neste ano, acrescenta aos seus desafios o de diretor de agência literária (Brasil), representante para a América Latina e Península Ibérica do prestigiado BritWriters’ Awards (Inglaterra), bem como a ampliação de seu bem-sucedido sistema de treinamento remoto para jovens autores: Book in a Box. James é mentor certificado pelo Intitute of Enterprise and Entrepreneurs (IOEE).

Academia do Especialista – Entrevista James McSil

Eu Li: A Garota que Eu Quero – Markus Zusak

27 ago

Cameron Wolfe é o caçula de três irmãos, e o mais quieto da família. Não é nada parecido com Steve, o irmão mais velho e astro do futebol, nem com Rube, o do meio, cheio de charme e coragem e que a cada semana está com uma garota nova. Cameron daria tudo para se aproximar de uma garota daquelas, para amá-la e tratá-la bem, e gosta especialmente da mais recente namorada de Rube, Octavia, com suas ideias brilhantes e olhos verde-mar. Cameron e Rube sempre foram leais um com o outro, mas isso é colocado à prova quando Cam se apaixona por Octavia. Mas por que alguém como ela se interessaria por um perdedor como ele? Octavia, porém, sabe que Cameron é mais interessante do que pensa. Talvez ele tenha algo a dizer, e talvez suas palavras mudem tudo: as vitórias, os amores, as derrotas, a família Wolfe e até ele mesmo.Imagem

Eu não li ainda “A menina que roubava livros”, e o que escreverei agora é somente sobre esse livro mesmo.

O autor tem uma jeito muito estranho de escrever. Particularmente não gosto dessas analogias espirituais que ele colocou no livro. Umas viagens existenciais nada a ver…
Achei a leitura lenta e enfadonha. Não acontecia nada de interessante no livro.
O sofrimento do garoto não tem profundidade. Do nada ele se acha um perdedor e do nada ele quer mudar, ser um vencedor na vida… e é isso.

“A Gorota que Eu Quero” é um livro curto 174 páginas, podendo ser lido em poucas horas. Sua história é simples, mas bem escrita. Eu esperava algum drama, ação, confusão e uma carga bastante intensa, mas isso não ocorre. Nem chegou perto.

Como esse blog não tem parceria com editoras, esse é minha singela sincera opinião. Gosto dos livros  da “Intrínseca”, a maioria, porém, esse aqui eu não recomendo.

Até a próxima.

Entrevista reveladora sobre sucessos e polêmicas da carreira

20 fev

Paulo Coelho é o autor brasileiro com o maior número de livros vendidos em todo o mundo, com 150 milhões exemplares. O autor é ganhador de 110 prêmios internacionais e já lançou 22 títulos diferentes, traduzidos para mais de 70 idiomas.

Vale a pena assistir 😉

http://globotv.globo.com/globo-news/globo-news-literatura/v/paulo-coelho-concede-entrevista-reveladora-sobre-sucessos-e-polemicas-da-carreira/2140813/